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Férias de Verão, Versão Alentejo (Montargil)

Este ano devido a problemas de agenda a nível de férias, fomos forçados a tirar na primeira semana de Agosto.
Ora a primeira semana de agosto é daquelas que é impossível ir para a “nossa” Galé, já que como é o destino favorito de metade da Margem Sul de Lisboa é fácil aquilo encher (assim como qualquer outro parque à beira mar diga-se….).

Feita alguma pesquisa, encontrámos o Parque de Campismo da Orbitur em Montargil. O preço era acessível, por telefone tinham-nos indicado que dificilmente enchia, tinha piscina, ficava numa barragem (de Montargil) e estava situada numa zona do Alentejo que nós também queríamos conhecer.

Dia #1
Chegámos no Sábado perto das 15h. Checkin feito rapidamente, cartão de acesso ao parque electrónico (para o carro) e buga lá procurar um spot para colocarmos a tenda…
De inicio ficámos um pouco confusos, pois o parque tem marcações de alvéolos (lotes) mas na recepção disseram que podiamos acampar em qualquer local. Acabámos por decidir um com vista para a barragem, 1 vizinho na altura e muita sombra…

Montada a tenda foi hora de descobrir um pouco o parque, balneários, funcionamento, etc…. (isto vai dar origem a um outro post).

Dia #2
Ao acordar o dia estav um pouco fresco, nada demais mas o suficiente para assustar um pouco. Tomámos o pequeno almoço e acabámos por ir dar uma pequena volta de carro e fazer 2 caches e meia (uma multi que acabámos por não fazer o ponto final). Eram 12h30 e de repente começou a aquecer… mesmo.
Voltámos ao parque a acabámos por ir para a piscina.

Orbitur - Montargil Orbitur - Montargil Orbitur - Montargil


Dia #3… 4… 5… 6…7

Bem acabaram por ter que ser tudo corrido a piscina. A ideia destas férias também não era fazer muito mais eheh… mas nem para passear dava dado o calor que se fazia sentir.
A única excepção foi na quinta-feira que acabámos por ir ao Fluviário de Mora quase por acidente. Foi engraçado e é sempre bom conhecer novas espécies animais que vivem nos nossos rios (e nos dos outros… como a Piranha… ou mesmo a Anaconda … dasss). Mas dada a “dimensão” achámos um pouco caro (7,5 Euros).

Em relação a Montargil em si é uma zona simpática, incrivel para quem faz desportos náuticos mas pobre para quem quer fazer praia, mas nós também já sabíamos que não havia lá nenhuma praia fluvial…

Como a oferta de restaurantes e afins é fraca na zona, acabámos por ter que ir a Ponte de Sôr para jantar em alguns dias. Ficam como recomendações os restaurantes O Padeiro, Pequenos Segredos e a Cervejaria Barril (onde ela comeu uma Vaca com Pimenta… sim porque dado o tamanho não era um bife).

Foram umas férias mesmo parao bronze, pisicina e muito sol (demais), mas óptimo para recarregar baterias.

Mais fotos no Flickr.

Fundo Discovery 300 TDI

Começa assim o Fundo para o Discovery 300 TDI, ok no final até pode não ser este, mas temos de começar por algum lado e o fundo poderá levar quase 10 anos lol.

Vá lá, ajudem aqui o casal a ter um carro para ir ao monte.

Uma foto…

… para resumir porquê é que fazemos Geocaching:

Me

Arrábida

Coube-me a mim fazer o registo destas mini ferias…
Destino: Arrábida
Objectivo: Caches e Diversao
Material Necessário: Mochilas, Roupa confortavel e as nossas novas Sigg´s
Participantes: Ele e Ela
Alojamento Ibis Setubal
Ganhos Secundários: Dores generalizadas e bronze a camionista (ou devo dizer à geocachistas?)

A viagem comecou na quarta feira… pedimos uns dias de folga ao patrao e lá fomos nos, armarmo-nos em aventureiros, fazendo caminhadas e fazendo algumas caches pelo caminho… Ou tera sido ao contrario?? Pois bem, o dia começou com muito sol, chegamos a Setubal depois de almoço e, depois de darmos uma volta para explorar os cantos, decidimos logo nesse dia fazer algumas caches…
Comecamos por conhecer a Serra da Arrábida e logo nesse dia, fizemos uma valente caminhada..so depois de nos termos apercebido no final, que realmente, poderiamos estar a fazer o caminho contrario..e fazer 8km a pata..com terreno acidentado (aka subidas, descidas, arbustos e muitas arranhadelas), mas no final tudo se resolveu e fizemos no entanto a primeira multi, que ate foi facil de fazer. O que menos me agradou foi o facto de, a minha intuiçao feminina ter falhado REDONDAMENTE, tipo, se formos a contabilizar, posso dizer que ele encontrou 14 caches e eu Z-E-R-O! Até é uma vergonha, mas vamos passar essa fase. Eu ajudei na escrita dos logs, algo que Ele nao curte muito fazer. Posso tambem justificar-me que era Ele que andava sempre com o GPS, caso contrario, nao me conseguiria equilibrar quando desciamos as rampas e  quando escalavamos (aka subiamos aos montes).
A cache que deu mais luta e que realmente foi a melhor de todas foi a de Baden Powell. Fizemos a cache sem saber realmente das implicaçoes (aka distancias). Palmilhamos bastante, o dia ate estava agradavel e ate encontramos escuteiros! (ja nao sei quem e que estava em melhor forma, se eles se nos) :)
As mini ferias valeram realmente a pena! Trabalhamos bastante, fizemos grandes caminhadas e provamos que realmente é uma actividade a continuar, durante os fins de semana.
Fizemos uma cache de caminho de regresso pela Ae, embora nos tivesse faltado outra..Nem me lembro ao certo de nos ter passado ao lado..
Quero deixar o meu agradecimento ao MacDonald´s, porque realmente safou-nos de um grande barrete..por vezes comida de hotel e pior que a comida que se come nas roulotes que se encontram a beira da estrada..ate ja estou a salivar por uma bifana..
Resta-me agradecer a Ele, por ainda me conseguir aturar… passaram ja C-I-N-C-O anos e Ele continua com uma paciencia enorme, gigante.. Especialmente quando parava cinco vezes numa distancia de 10 metros.. (não sou de ferro e o acumulado das caminhadas ja se fazia sentir).
Assim em jeito de conclusao, Setubal é uma cidade que se esquece facilmente (e ainda bem!). Valeu a pena a Arrábida, os seus belos trilhos. Pena é que a Cimenteira continua a destruir com aquela beleza natural que cada vez mais vai sendo manipulada pelo homem…Valeu a pena o jantar de sábado, um belo peixinho grelhado que soube as mil maravilhas; valeram a pena os nossos almoços com vista priveligiada para o mar..E valeu o hotel, bom atendimento, boas condiçoes e uma piscina convidativa (embora estivesse algum vento..).
A repetir, certamente Arrabida, certamente trilhos e caminhadas (com caches incluidas)
A realmente nao voltar a repetir: A comida do hotel, a espera interminavel no mac para sermos servidos, visitar a cidade de Setubal (NOT) e aquele sotaque horrível..(nem comento)

Desculpem aos mais sensiveis, mas realmente existem coisas que me tiram do serio!

UPDATE: Fotos da coisa no Flickr.

Por terras de Arouca!

Pois é, a dupla esteve mais uma vez numas mini-férias e desta vez, escolhemos Arouca.

Queríamos Serra, mas não Serra da Estrela e também não queria conduzir tanto até ao Gerês. Tinha através do Google Maps, reparado que perto de Águeda (onde já tinhamos estado), havia uma zona bem grande com serra… a zona de Arouca.
Bastou ir ao site do Geocaching e ao da Câmara Municipal de Arouca, para perceber que tinha potencial. O primeiro, porque queríamos fazer geocaching, e através das caches lá marcadas, vimos que tinha potencial. Depois porque no site da CM Arouca, na zona do Turismo eles marcam cerca de 16 Percursos Pedestres… sim 16!

Dia #1

Dia da chegada, já ao fim da tarde, foi só para fazer o check-in no Hotel de S. Pedro.

Dia #2

No dia anterior tinhamos já marcado algumas das caches que pretendiamos fazer, decidimos que neste dia iamos explorar a zona Norte, junto do rio Paiva. Começámos por fazer uma cache perto da cidade mas já em terra batida, óptimo para testar o 4×4 emprestado (do pai). De seguida fizemos mais um de acesso dificil e apenas a pé ou 4×4 e depois fizemos as 3 do rio Paiva… que locais fantásticos. Ficámos mesmo fãs daquelas praias fluviais, e era bom voltar lá no Verão.

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Dia #03

Neste dia decidimos ir explorar a Serra da Freita, já tinha como referência no Twitter, colocámos uma série de pontos no GPS e toca a subir a serra. Começámos com duas caches na subida para a serra, com um ar gelado que até fazia doer os pulmões (mas que sabia muito bem). Nestas duas caches, tenho mesmo que destacar RDM-Detrelo da Malhada , que tem uma vista…. B-R-U-T-A-L.

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Depois de subirmos a serra fomos tentar duas caches que estavam bem perto, mas nem uma nem outra… a primeira simplesmente não encontrámos a cache, a segunda era de dificil acesso e deixámos para trás.

De seguida tinhamos a tão falada Cascata da Frecha da Mizarela… e mais uma vez, BRUTAL! A queda de água é mesmo brutal, é uma altura que não lembra a ninguém (75 metros) e onde encontrámos la em baixo, dois malucos a escalar!

Feita uma das caches com vista para a Cascata, tinhamos mais 3 como objectivo, e um delas (Portela da Anta II) revelava-se mais “complicada”, pois ainda ficava uns bons metros da estrada principal e não apetecia deixar o carro ali, mas tinha um ribeiro a “impedir” a passagem. As marcas de outros veículos 4×4 estavam lá, por isso impossível não era. Fui ver a altura da água e era bem razoável (inclusivé tem uma lage de propósito para facilitar a passagem), tracção ligada… devagar devagarinho e sem problemas lá chegámos.

Das outras duas que fizemos, destaco a das Pedras Parideiras, que está num local onde podemos encontrar um fenómeno que só existe aqui e na Rússia!

Pedras Parideiras são um fenómeno geológico raro, um tipo de pedras que brotam de uma rocha-mãe, um bloco nodular de origem granítica com 1000 x 600 m, daí se chamarem Parideiras. Os nódulos de 1 a 12 cm de diâmetro com formas discóides e biconvexas são compostos pelos mesmos elementos mineralógica do granito, a camada externa é composta por biotite e a interna possui um núcleo de quartzo e feldspato potássico. Estes nódulos ao se desincrustarem dos núcleos da rocha-mãe por termoclastia deixam uma camada externa em baixo relevo nos núcleos da rocha-mãe e espalham-se à volta desta.

Pedras Parideiras

Dia #04

Dia de deixar o fantástico Hotel de S. Pedro e seguir para o nosso dia de tratamento “VIP” em S. Pedro do Sul.
Já sabiamos que através da Serra da Freita podiamos ir ter a S. Pedro do Sul, mas achei que podiamos perguntar ao GPS (TomTom) se havia um caminho melhor. Caminho traçado este começa a enfiar-nos por uns caminhos estranhos para sul, e nós a pensar que iamos apanhar uma Estrada Nacional ou assim…. WRONG, enviou-nos para a Serra da Freita mas por um caminho bem pior! Enfim… GPS’s!

O caminho para S. Pedro do Sul é bastante agradável, tem vistas bastante boas e zonas bastante verdes e bonitas… já S. Pedro do Sul.

Eu percebo que seja um centro Termal, muitas pessoas vão lá para os balneários para serem tratados etc… mas custava assim tanto dar uma limpeza geral á vila? Aquele rio mete pena… está horrível e a oferta a nível de restaurantes e afins também não é a melhor, salve-se o Restaurante do Ti Joaquim e um café muito bacano que encontrámos à beira-rio.

Dia #05

Dia de bazar…

Ida de S. Pedro do Sul para Vouzela, Viseu, IP3 até Coimbra e depois Leiria.

Foi bom e souberam muito bem, no final o balanço é este:

  • O Hotel de S. Pedro em Arouca é bom e recomenda-se!
  • O Hotel do Parque em S. Pedro do Sul não é assim tão bom.
  • A zona de Arouca tem um Parque Natural fantástico a descobrir.
  • Quero um 4×4!
  • Banho Turco é fantástico!
  • 12 Caches feitas na zona, fazendo um total de 27 até ao momento.

Águeda- Aveiro

Ficamos aqui , num hotel porreirinho. O quarto era excelente, a cama enormeeeeeeeeeeeee (que por um lado traz desvantagens), uma decoração moderna e uma casa de banho pequena mas acolhedora.

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Escolhemos Aveiro porque é um local pertinho, sem fazer assim grandes jornadas…(e tenho que me lembrar de não fazer aventuras destas durante a noite! Chegou o susto no Geres!).
Anywhay, chegamos a Águeda ( sim, porque os hotéis em Aveiro, os que eram decentes estavam ocupados, os caros nem sequer tentamos) já quase na hora de jantar.. Arrumamos tudo no hotel e fomos jantar a um restaurante aconselhado pela recepcionista… Nós devíamos ter indicado que estávamos esganados, porque estivemos uma eternidade a espera de ser servidos…. Um empregado para uma sala de restaurantes, é pouco.. e mesmo o cozinheiro, não dava vazão aos pedidos….Mas a comida estava razoavel… e tive que pagar 2 euros por uma salada de alface!

Bem, vamos continuar, senão pensam que a review é muito critica..
A primeira noite no hotel foi, literalmente, aterrar naquela cama. Dormimos bem, tanto que com tanto espaço não sentíamos a presença um do outro.

No sabado, foi dia de conhecermos Águeda. Ttirarmos umas fotos, conhecemos a localidade (que diga-se de passagem não tem grandes sítios para visita…). Tentámos armarmo-nos em descobridores, mas ainda não temos a experiencia de outros, para encontrarmos tesouros escondidos… (aka geocaching).
Ainda houve tempo para ir até Aveiro, tirar umas fotos à Barra e apanhar aquele ar que soube maravilhas…
A bela da tarde foi passada a anhar, a namorar, que sabe muito bem.. (já sentia falta…)

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No domingo, passamos o dia em Aveiro, tiramos fotos, visitamos o fórum e demos umas voltas pela cidade. Inclusive fomos ate a praia da Costa Nova andar de buggie. Passados dois minutos já estávamos cansados mas nós somos uns porreiros e conseguimos aguentar na boa.
Depois do almoço, fomos aos ovos moles (já tinha saudades…)

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Por nossa infelicidade, tínhamos que regressar…Foi um fim de semana muito curto, embora tenha dado para recarregar as baterias. As nossas fotos estão um must :) e só por isso valeu a pena. Fica a nota de tirarmos mais fotos as nossas pessoas (sinto falta de fotos de casal….)

Coisas menos boas: O pequeno almoço. Podiam ter-se esmerado um bocadinho… pelo preço que se pagou pela diária..
Coisas muito boas: a king size bed, o passeio de buggie, as nossas aventuras no inicio de geocaching..
Fica a promessa de nos próximos posts, termos algo de concreto para mostrar .
As fotos, seguem mais tarde….