Este fim-de-semana foi vez de ver o The Ugly Truth, talvez por 30% do trailer que já tinhamos visto e 70% por meter a Katherine Heigl (a Izzie da Anatomia de Grey, que ela tanto adora
).
É um bom filme, para descontrair e rir um pouco.
Este fim-de-semana foi vez de ver o The Ugly Truth, talvez por 30% do trailer que já tinhamos visto e 70% por meter a Katherine Heigl (a Izzie da Anatomia de Grey, que ela tanto adora
).
É um bom filme, para descontrair e rir um pouco.
Já tem uns mesitos, mas achei por bem deixar aqui aquele que será um dos filmes obrigatórios para nós!
Temos andando um pouco desleixados no que toca aqui ao estaminé.
Desde o último post para cá, tivemos o baptizado do meu afilhado (é lindo, lindo de morrer), deu para ela ver como é que eu fico de fato (sem gravata) e eu a ela de vestido de cerimónia… nham.
O miúdo fartou-se de chorar mas também, se o miúdo fosse como os outros qual era a piada? Assim todos ficam com o baptizado na memória.
Vimos o Public Enemies, uma vez que era com o Depp e nós temos tendência para ver tudo o que é dele e/ou do Burton.
O filme é porreiro, e é preciso perceber que é uma adaptação de uma história real, logo a história em si pode não agradar a todos. Vale pela representação do Depp… é incrível como ele pode interpretar coisas tão diferentes…
Vimos também o Up e basta ver que no imdb.com, o filme tem 8.7 em 10… o filme é excelente! A primeira parte então, em que não há diálogo é o decorrer da vida do velho.. puff… brutal.
É também bastante bom, mas num registo mais cómico, a curta que passa antes mas que admito, não me lembrar do nome actualmente.
Estamos também em fase de preparação para festa da minha aldeia, nem imaginam o trabalho que dá… e depois sempre os mesmos de sempre ainda pior. Mas vale a pena por aqueles 3 dias de loucura e muita música pimba!

Resumo:
O coronel Stauffenberg (Tom Cruise) sempre foi fiel ao seu país, o qual serviu com orgulho. Mas ao ver Hitler precipitar a Alemanha e a Europa no caos, começa a acreditar que é preciso passar à acção e travar o líder da Nacional Socialista. Em 1942, tenta conduzir vários oficiais superiores à rebelião, mas será em 1943, quando recupera de ferimentos sofridos em combate, que reúne forças junto da Resistência Alemã e organiza uma conspiração para matar o Führer. O plano, a operação Valquíria, é astuciosamente desenhado, e a missão de matar Hitler entregue ao próprio Stauffenberg.
É um bom filme para ver o outro lado da II Guerra Mundial. Eu que até nem gosto muito do Tom Cruise, admito que ele esteve bem, assim como outros actores que não estou habituado a ver neste tipo de papéis.
É seguramente um a ter em DVD.

3 Destes num Pack promocional de filmes de acção a um bom preço. O Juno tivemos mesmo que comprar já que o tinhamos visto a semana passada e adorámos… sim… sim, nós compramos DVD’s.
Fomos ver o filme no Cinemacity de Leiria para aproveitar os descontos do Viva Leiria (4€ o Bilhete) mas não sabemos bem porquê, esta sessão já era com preço reduzido.

Já sabiamos o que nos esperava, afinal a sessão era a tarde e o Madagáscar é um filme para… miúdos.
Mas como são miúdos até 10 anos (na maioria) até se torna bem engraçado, ver por exemplo nós e alguns pais a gargalhar com piadas mais “adultas” e depois rirmos por os miúdos estarem a rir de algo “sem piada”.
Falando do filme… fomos ver a versão PT, não tinhamos também opção em Leiria, mas sinceramente à filmes que prefiro ver em versão Portuguesa pois até acho que por vezes conseguem adaptar (e sim, tem que se adaptar) à nossa realidade/cultura. Este filme já não conta com os Gato Fedorento o que conta muito… pela negativa, isto nas personagens que os Gato davam voz.
A nível da história em si, é um pouco forçada… sem grande história mas suficiente para rir um pouco e passar um “momento de relativa boa disposição”.
PS: Se não for pedir muito, queria que o Pai Natal me desse um destes, seja pelo filme (mais o primeiro) e também pela minha ligação geek aos pinguins.
O filme foi para mim mau, muito mau. Os trailers e a promoção que por aí anda, dá a ideia de uma paródia a filmes de acção, mas na verdade é um filme pobrezinho de acção com alguma comédia.
Admito que há personagens boas, tais como o Kirk Lazarus (Robert Downey Junior) ou mesmo o Tom Cruise (apesar de só ter percido no final que era ele.
Ainda assim não gostei… desculpem lá qualquer coisinha, mas não gostei.
Nem tava nos nossos planos ir ao Cinema, ate porque não havia nenhum filme em cartaz que nos tivesse chamado muito.
Mas à ultima da hora, ao ler melhor a sinopse do Tesouro Encalhado acabámos por ir e… até foi bom. É um filme de acção/humor/mistério de domingo à tarde, mas vê-se muito bem.
Ben Finnegan (McConaughey) é um bem-humorado caçador de tesouros que vive com a obsessão de encontrar o tesouro do lendário Dote da Rainha – 40 arcas do tesouro perdidas no mar em 1715. Na sua demanda, Ben já perdeu tudo, incluindo o seu casamento com Tess (Hudson) e o ferrugento barco. Agora que Tess está a recompor a vida, ao trabalhar no iate do bilionário Nigel Honeycutt (Sutherland), Ben descobriu uma pista vital para a descoberta do tesouro e, certo de que a sua sorte está a virar, entra no iate convence o magnata e a sua filha a juntarem-se à busca pelo tesouro…

Nem estava nos planos vermos um filme, uma vez que não havia nada em cartaz que nos tivesse chamado logo, no entando depois de ler o folheto com as sinopses ficámos com o bichinho para o “A Última Cartada” ou 21 no título original.
O filme é todo em roda do jogo (Blackjack) e da forma como o dinheiro pode alterar as pessoas.
Ben Campbell é um tímido mas brilhante estudante do MIT (Instituto Tecnológico de Massachusetts). O seu único problema é não ter dinheiro para pagar as propinas escolares, mas a solução está onde ele menos esperava: nas cartas. Ele é recrutado para integrar o grupo dos mais talentosos estudantes da escola, que todos os fins-de-semana vão a Las Vegas, com falsas identidades e com as suas mentes brilhantes, são capazes de aumentar em grande escala as probabilidades de ganhar no Blackjack.
Além disto, ainda contam com o seu professor de matemática (e génio da estatística) Micky Rosa como líder. A contagem das cartas e um, muito bem definido esquema de sinais, permitem à equipa vencer nos grandes casinos.
Seduzido pelo dinheiro e pelo estilo de vida de Vegas, e pela sua inteligente e sexy amiga, Jill Taylor, Ben começa a ir até ao limite. Apesar da contagem de cartas não ser ilegal, o risco é cada vez mais elevado e o grande desafio prende-se agora com, não só manter a contagem correcta, mas também, enganar o chefe de segurança dos casinos: Cole Williams.
Tem uma óptima banda sonora (bandas pop/rock) e é basicamente um daqueles filmes “pouco falados” bom de se verem.