
Nem estava nos planos vermos um filme, uma vez que não havia nada em cartaz que nos tivesse chamado logo, no entando depois de ler o folheto com as sinopses ficámos com o bichinho para o “A Última Cartada” ou 21 no título original.
O filme é todo em roda do jogo (Blackjack) e da forma como o dinheiro pode alterar as pessoas.
Ben Campbell é um tímido mas brilhante estudante do MIT (Instituto Tecnológico de Massachusetts). O seu único problema é não ter dinheiro para pagar as propinas escolares, mas a solução está onde ele menos esperava: nas cartas. Ele é recrutado para integrar o grupo dos mais talentosos estudantes da escola, que todos os fins-de-semana vão a Las Vegas, com falsas identidades e com as suas mentes brilhantes, são capazes de aumentar em grande escala as probabilidades de ganhar no Blackjack.
Além disto, ainda contam com o seu professor de matemática (e génio da estatística) Micky Rosa como líder. A contagem das cartas e um, muito bem definido esquema de sinais, permitem à equipa vencer nos grandes casinos.
Seduzido pelo dinheiro e pelo estilo de vida de Vegas, e pela sua inteligente e sexy amiga, Jill Taylor, Ben começa a ir até ao limite. Apesar da contagem de cartas não ser ilegal, o risco é cada vez mais elevado e o grande desafio prende-se agora com, não só manter a contagem correcta, mas também, enganar o chefe de segurança dos casinos: Cole Williams.
Tem uma óptima banda sonora (bandas pop/rock) e é basicamente um daqueles filmes “pouco falados” bom de se verem.