1 Cache, hora(s) de divertimento e como pode ser melhor que 20

Já estávamos de olho numa cache aqui perto de casa, a GC1A5M1 – Cuuuuco Cuuuuco!!! [Torres Vedras]. É uma cache relativamente simples, com algum andamento (e já sabia que ia ter que subir a “serra” e com 2 pontos intermédios e um final.

Como o último log era um DNF fomos adiando e adiando.

Hoje de manhã vimos que o tempo estava mais fresco e então era o ideal para ir tentar fazer a cache. Ínicio de trilho conhecido à dias por mim, a quando de um passeio de BTT com dois SlingBro’s e os dois pontos intermédios apareceram sem problemas…

O problema foi que o GPS apontou o terceiro lá para cima, pois, sempre era e o tempo estava a aquecer…

Toca a subir, à chapa do Sol que aquela zona não tinha árvores… mas lá encontrámos!

Deu um gozo tremendo, pelo que conhecemos dos Cucos (vamos lá voltar certamente, de BTT), pelo passeio matinal e pelo que abriu o apetite :p

O “contra”… eu tinha a tshirt completamente encharcada (já passámos hoje pela Decathlon para umas compras de 5Euros….). Acabámos por ficar a tarde em casa eheh

Isto para dizer que ainda há dias tivemos um daqueles dias para os números, numa tarde conseguimos uns modestos 12 ou 13 caches e ficámos com um sentimento de satisfação.

Mas houvessem mais destas por aqui e admitimos que provavelmente os nossos números eram ainda mais baixos :p

5h = 16 caches

Muito dificilmente vamos bater esta marca, até porque isto foi também conseguido com um powertrail de 7 caches, mas ainda assim foi algo que nunca esperámos.

Arrancámos de Leiria a caminho da Valado dos Frades com a ideia de fazer um power trail (de carro) da dakidali e era basicamente esse o plano para o dia.

Chegamos a Valado do Frades e percebemos que temos que ir à Nazaré até chegar á zona das Caches. Ao longe, avisto um monte bastante apetecível… como ela é mais da zona (Leiria), pergunto-lhe “o que é aquilo?”, ela também não sabia.

Quando estávamos prestes a passar ao lado, o GPS indica que existia uma cache lá em cima, Monte de São Brás.
Saímos da estrada principal, esperámos que um grupo de turistas saissem do meio da estrada e estacionámos no ínicio do percurso pedestre.
O GPS apontava alguma coisa como 200m ou 300m, mas porra… era bem lá em cima. Como daquele sítio tinhamos a indicação de um mini-percurso pedestre, decidimos utilizá-lo. Mal começámos os primeiros 10 metros percebemos logo que iria ser especial, é um daqueles percursos sempre à sombra, com muita rocha e árvores, com “não sei quê” de misterioso por o caminho ter um aspecto de que não passava ali muita gente (pois existia um caminho mais fácil, alternativo para os peregrinos).
Quando estamos a chegar mesmo lá a cima começamos aos poucos a ver a paisagem que nos espera… apesar de ser indiscritível, deixo aqui algumas fotos.
A cereja em cima do bolo foi mesmo o local da cache, não bastava subir o monte, era obrigatório ir ao local mais alto de todos do monte… tenho ideia que ficámos ao mesmo nível da torre de vigia do guarda florestal.

As fotos dizem tudo… (a por mais tarde)

Depois da descida decidimos, já que esta tinha corrido tão bem e nem estava prevista, que iamos tentar todas aquelas que estivessem a caminho até ao “power trail” Campos do Valado [Alcobaça].

Na aventura do PT, foi tentar sempre encostar o carro, ponto morto, sacar a cache e a coordenada e siga! Era bom mas numa intermédia não deu eheh… muggles. Depois na final valeu o sentido da hint.

Ainda não era muito muito tarde e estávamos com a pica toda… fomos lanchar à Nazaré e siga para mais uma dose, entre Nazaré e Aljubarrota acabámos por fazer mais umas quantas.

Foi uma tarde cheia de adrenalina, daquela que só os GeoCachers nos devem estar a perceber.

Férias de Verão, Versão Alentejo (Montargil)

Este ano devido a problemas de agenda a nível de férias, fomos forçados a tirar na primeira semana de Agosto.
Ora a primeira semana de agosto é daquelas que é impossível ir para a “nossa” Galé, já que como é o destino favorito de metade da Margem Sul de Lisboa é fácil aquilo encher (assim como qualquer outro parque à beira mar diga-se….).

Feita alguma pesquisa, encontrámos o Parque de Campismo da Orbitur em Montargil. O preço era acessível, por telefone tinham-nos indicado que dificilmente enchia, tinha piscina, ficava numa barragem (de Montargil) e estava situada numa zona do Alentejo que nós também queríamos conhecer.

Dia #1
Chegámos no Sábado perto das 15h. Checkin feito rapidamente, cartão de acesso ao parque electrónico (para o carro) e buga lá procurar um spot para colocarmos a tenda…
De inicio ficámos um pouco confusos, pois o parque tem marcações de alvéolos (lotes) mas na recepção disseram que podiamos acampar em qualquer local. Acabámos por decidir um com vista para a barragem, 1 vizinho na altura e muita sombra…

Montada a tenda foi hora de descobrir um pouco o parque, balneários, funcionamento, etc…. (isto vai dar origem a um outro post).

Dia #2
Ao acordar o dia estav um pouco fresco, nada demais mas o suficiente para assustar um pouco. Tomámos o pequeno almoço e acabámos por ir dar uma pequena volta de carro e fazer 2 caches e meia (uma multi que acabámos por não fazer o ponto final). Eram 12h30 e de repente começou a aquecer… mesmo.
Voltámos ao parque a acabámos por ir para a piscina.

Orbitur - Montargil Orbitur - Montargil Orbitur - Montargil


Dia #3… 4… 5… 6…7

Bem acabaram por ter que ser tudo corrido a piscina. A ideia destas férias também não era fazer muito mais eheh… mas nem para passear dava dado o calor que se fazia sentir.
A única excepção foi na quinta-feira que acabámos por ir ao Fluviário de Mora quase por acidente. Foi engraçado e é sempre bom conhecer novas espécies animais que vivem nos nossos rios (e nos dos outros… como a Piranha… ou mesmo a Anaconda … dasss). Mas dada a “dimensão” achámos um pouco caro (7,5 Euros).

Em relação a Montargil em si é uma zona simpática, incrivel para quem faz desportos náuticos mas pobre para quem quer fazer praia, mas nós também já sabíamos que não havia lá nenhuma praia fluvial…

Como a oferta de restaurantes e afins é fraca na zona, acabámos por ter que ir a Ponte de Sôr para jantar em alguns dias. Ficam como recomendações os restaurantes O Padeiro, Pequenos Segredos e a Cervejaria Barril (onde ela comeu uma Vaca com Pimenta… sim porque dado o tamanho não era um bife).

Foram umas férias mesmo parao bronze, pisicina e muito sol (demais), mas óptimo para recarregar baterias.

Mais fotos no Flickr.