Ano Novo, Vida Nova

Como está a ser habito, a passagem de ano, ultimamente tem sido a dois, só a dois, e tem sabido tão bem. Longe do rebuliço, das confusoes, dos trabalhos e chatices, temos optado por fazer umas passagens de ano ao nosso jeito…

Pusemo-nos a caminho para este hotel. Chegamos ao destino sem grandes complicaçoes de transito. O hotel, bastante limpo, os funcionarios muito atenciosos e os quartos, bastante convidativos.

Depois de estarmos devidamente aprumados, aka vestidos a rigor, fizemos de novo viagem, desta vez com destino ao Museu da Electricidade. Com reserva marcada, foi apenas chegar ao local indicado, aqui onde a simpatica da D. Margarida Silva nos recebeu e nos indicou a mesa.

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O ambiente é fantastico, a musica ambiente muito convidativa e o divertimento foi garantido.
A ementa, previamente definida, excedeu as expectativas. No inicio, começamos por uma trouxinha de Queijo Cabra sobre compota de tomate e rúcula com vinagrete de azeitonas pretas. Como prato principal, ele optou por um tornedó com molho de espumante e amêndoas laminadas acompanhado de mousse de espinafres, queijo gorgonzola e batata à padeiro. Eu escolhi um Strudel de Salmão sobre cama de couve lombarda com redução de vinho do Porto.

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Para finalizar,  degustamos um demicuit au chocolat com sorbet de tangerina, tambem muito saboroso!
Adoramos o jantar e o sitio entao muito giro!
Saimos um bocadinho mais cedo do restaurante, para podermos apreciar o fogo de artificio, que se iniciou junto da Torre de Belém. O espectaculo ainda durou alguns minutos e foi giro de apreciar (tirando o frio e alguma chuva que se fez sentir…)
A noite passou muito depressa, embora tenha valido o conforto do quarto e o pequeno almoço ate as 12h.
 Decerto que voltaremos a repetir as experiencias, embora tenha ficado a nocao que para o ano vai ser dificil de igualar ou superar!

 

i have a dream! – to ride my bicycle to work

Se há coisa com que sonho muito é poder ir para o trabalho de bicicleta. Ou melhor, para “todo” o lado no meu dia-a-dia.

Não sou um ambientalista, mas há gosto andar de bicicleta e sei ver como podia poupar se andasse menos de carro. Isto porque transportes públicos foram da grande lisboa e grande porto são mentira, maus, muito maus.

Mas sonhar como se faz nos países nórdicos (onde incrivelmente faz ainda mais frio e chove mais do que cá), onde a bicicleta é um dos principais meios de transporte dentro das cidades não faz mal de todo.

Afinal as coisas podem mudar com o tempo.

E eu sou exemplo disso, se tudo correr bem, daqui a um tempo vou passar a fazer o meu dia-a-dia na sua grande maioria de bicicleta e/ou transportes públicos.

Ficam algumas fotos de como é lá fora, onde o tempo é bem pior do que cá.

Off to work

Ciclovias têm prioridade sob os carros em geral